segunda-feira, 18 de maio de 2020


1ª aula síncrona


O Mundo Muçulmano em Expansão

Feed Back:







O Islamismo:
Características da Religião e Cultura Islâmica


Motivação : slide retitado do PP.

Estoriar – tag – Islamismo

A difusão do Islamismo:

P.P. – Difusão do Islamismo




                                                                         

                                                                          
                                                                   
                                                                       

                                                                          
                                                                    

                                                                           




                                                                      


                                                                      




                                                                    



                                                                    



        
                                                                          

                                                                           
Avaliação:




Questões:

Situa no tempo e no espaço a eclosão da religião islâmica.
Refere os princípios do Islamismo
Explica a expansão dos Muçulmanos.
Quais são as principais características da civilização muçulmana?
De que forma os Muçulmanos e os Cristãos se relacionaram?
Quais foram os principais contributos da cultura muçulmana para a cultura ibérica?
Que vestígios da sua cultura deixaram em Portugal?



Conclusão:

O mundo muçulmano em expansão
• A religião muçulmana (ou Islamismo), fundada por Maomé, no século VII, assenta em cinco princípios fundamentais: crença em Alá, oração cinco vezes ao dia, esmola aos mais pobres, prática do jejum durante o Ramadão, peregrinação, se possível uma vez na vida, a Meca. Tem como livro sagrado o Alcorão.
• Os Muçulmanos criaram rapidamente um vasto Império (desde a Ásia ao Norte de África e à Península Ibérica), motivados pelo desejo de difundir a sua fé e por interesses económicos. O seu Império assentava numa economia comercial e monetária e numa brilhante civilização.
• Os Muçulmanos, no seu vasto Império, contactaram povos com civilizações muito diferentes. Em resultado desses contactos, criaram uma cultura própria e difundiram-na (destaque para os contributos nas ciências, na literatura, difusão de inventos, criação de uma arte original). Desenvolveram uma economia urbana e mercantil.
• Na Península Ibérica, as relações entre Muçulmanos e Cristãos passaram por períodos de guerra e de paz. Entre as duas comunidades estabeleceram-se relações comerciais e culturais e adotaram-se costumes comuns. Muitos Cristãos viveram sob o domínio muçulmano e muitos Muçulmanos sob o domínio cristão, mas uns e outros preservaram a sua fé.
· Os Muçulmanos divulgaram muitos saberes, técnicas e produtos na Península Ibérica. Os seus contributos civilizacionais abrangem áreas como a agricultura, a indústria, a administração e o comércio, a literatura e a música.
• Em Portugal, os testemunhos materiais são pouco numerosos (destaque para as mesquitas de Mértola e de Idanha-a-Velha e para os castelos de Silves e de Alcácer do Sal). Os vestígios imateriais são importantes na música popular e, em particular, na língua portuguesa (cerca de 600 palavras de origem árabe).




5ª Aula Síncrona 7º ano Turma G

A organização do poder entre os séculos XII e XIV


Feed .back - O contexto Europeu dos séculos XII a XIV
                      Arte românica e arte Gótica


Motivação:




Estoriar2 – Idade Média – o Poder na Idade Média.
PP.

 Análise do
  O Foral de Gondomar em banda desenhada.


Conclusão:
O território pertence ao rei. As terras por ele diretamente administradas são os reguengos.
Em época de invasões, o rei não tem meios para defender e administrar sozinho todo o território.
O rei era auxiliado na sua governação pela Cúria régia, formada por membros da família real, da grande nobreza, do alto clero e altos funcionários. A partir de meados do século XIII, os representantes dos concelhos passam, também, a participar em decisões importantes e a apresentar queixas ou pedidos ao rei – são as Cortes.

As terras cuja administração o rei concede aos nobres são as Honras.
As terras cuja administração é entregue aos Clérigos são os Coutos.
Os senhores nobres ou clérigos têm direito a rendas e corveias pagas pelos camponeses.
Por vezes, o rei para atrair a população a certos locais cria concelhos que dão autonomia e liberdade aos seus habitantes.
Nos Concelhos, o poder é exercido por uma assembleia de vizinhos.
Quando termina a reconquista, os reis tendem a recuperar o poder. Para isso fazem Inquirições – inquéritos aos senhores que os obriga a mostrar o documento da terra que lhes foi concedida.
Caso exista esse documento o rei concede um outro que confirma a posse da terra – são as Confirmações.
Caso tenha havido apropriação indevida da terra o rei manda desamortizar a terra, ou seja retira a terra.
Desde muito cedo, século XII, os reis através das leis de desamortização impediram a concentração de grandes doações de terras ao Clero.
Os reis para fortalecer o seu poder dão, sobretudo a partir do século XV, Cartas de Foral às povoações, o que lhes retira obediência aos senhores e as liga diretamente ao monarca – são os Concelhos.

Carta de foral são documentos concedidos pelo rei a uma população criando um concelho e estabelecendo direitos e deveres escritos.

A nível dos direitos, as populações passam a ter menos deveres para com os senhores. Quanto aos deveres estão escritos de forma a não haver dúvidas. Em Gondomar, a nível dos deveres, estavam descritos os foros (impostos) pagos pelos foreiros ao rei e à igreja. Grande parte incidia sobre as pescas do rio Douro.

Em síntese, em Portugal existiam bens pertencentes ao rei; outros ao Clero e à Nobreza dados pelos reis através de cartas.
No entanto, alguns bens da coroa foram usurpados pelo clero e nobreza. Por isso, os reis portugueses tomaram medidas para recuperar as terras que outrora lhes tinham pertencido.

Neste sentido, e para incentivar a o dinamismo económico concedem cartas de foral, criando os concelhos.


Aula Assíncrona:

Ficha de Trabalho: o Foral de Gondomar
Identificação do aluno:__________________________________________________








“D. Manuel pela graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves d´aquém e d´além mar em África, Senhor da Guiné e da conquista e navegação da Etiópia, Arábia, Pérsia e da Índia, a quantos esta nossa carta de foral dado ao Concelho de Gondomar para sempre virem, fazemos saber que por bem das sentenças e determinações gerais e especiais que foram dadas e feitas por nós e com os do nosso Conselho e letrados acerca dos forais de nossos reinos e dos direitos reais e tributos que se deviam por eles arrecadar e pagar. E assim pelas Inquirições que principalmente mandamos tirar e fazer em todos os lugares de nossos reinos e senhorios, justificados primeiro com as pessoas que os ditos direitos reais tinham, achamos pelas Inquirições do tombo que as rendas e direitos reais se devem aí arrecadar e pagar na forma seguinte:

            E os ditos e sobre ditos se receberão em celeiro dentro da dita terra de Gondomar sem os foreiros serem obrigados a levarem os foros ao celeiro à sua custa, convém a saber: pão, vinho carnes, de Santa Maria de Setembro até ao dia de Natal seguinte de cada ano em qualquer tempo, quando os foreiros os quiserem ou puderem levar no qual não serão penhorados nem será feito algum requerimento nem serão apressados, porque não os pagando até ao dito tempo pagá-lo-á com mais-valia, segundo nossa determinação em tal caso”.


1.Escreve o significado de foral, foros e foreiros.

2.Explica o que acontecia se os foreiros não cumprissem os prazos do pagamento dos foros.

3.Indica as épocas do ano em que deviam pagar os foros.


            “E declaramos que os ditos foreiros não serão obrigados a servir, nem servirão contra suas vontades aos senhores que tiverem os ditos direitos, com seus corpos, bois, carros, lenha, palha, nem com roupa, ou coisa alguma sua, visto que os tais serviços não pertencem aos senhorios das rendas que não têm jurisdição da mesma terra. “ (…)

            É da Coroa Real o direito seguinte das pescarias do Douro, convém a saber: de cada tresmalho que entra a pescar sáveis pagará em cada ano uma só vez trezentos reais, contando dois sáveis que hão de dar em cinquenta reais. E deste tal pescado que assim neste tresmalho se matar não se paga mais outro direito de condado que os trezentos reais, pagando porém a dízima nova a el-Rei depois de paga primeiro outra dízima à igreja ou igrejas. E pague-se de cada rede de lampreias de condado por ano duas lampreias e em dinheiro cento e cinquenta reais. E os que pescam em bargas nas arainhas que são as saídas em terra, na terra de Gondomar, pagam a dízima, primeiro a Deus e depois o quinto real nesta terra o primeiro sável que matarem.
E assim solha ou ires e não pagam mais direitos desse direito do condado salvo dos ditos sáveis e lampreias como dito é. E a pensão dos tabeliães é da cidade.
(…) E o gado será do Senhorio dos outros direitos.

4. Indica os impostos pagos pelos foreiros aos Senhores e ao Rei.
5. Escreve o nome dos produtos cultivados em Gondomar na época deste Foral e nele nomeados.
6. Do mesmo modo, regista o nome dos peixes.


            “E as fogaças que se levavam na dita terra se não levarão mais dos que casavam filhos ou filhas porquanto nos forais antigos não se declarou o tal direito; em certos lugares logo declararam que não pagavam outros direitos então, os quais agora pagam – Portagem – Não há-de aí haver portagem de compra e venda alguma na terra, nem por conseguinte se fará mudança na passagem das barcas de como se ora usa. E não se pagará Lutuosa da dita terra por nenhuns foreiros antigos nem requerimentos dela, porquanto não se mostra pelos forais antigos mandarem-se pagar. E se em alguns emprazamentos novos for declarado que seja de pagar só se pagará segundo forma do tal emprazamento. Montados - Os moradores da terra não pagarão montado na mesma terra e todos usarão irmãmente “

7. Descreve o costume de algumas terras e caído em desuso em Gondomar aquando dos casamentos.

8. Indica os impostos dos quais o Foral isenta a terra de Gondomar.


            “E qualquer pessoa que for conta este Foral levando mais direitos dos que aqui nomeados ou levando destes maiores quantias das aqui declaradas havemo-lo por degredado por um ano (…) e pague de cadeia trinta reais por um de tudo o que assim mais levar”


            “E portanto mandamos que todas as coisas contidas neste foral que nós pomos por lei se cumpram para sempre do teor do qual mandamos fazer três, um eles para a Câmara da dita terra de Gondomar e outra para o senhorio dos ditos direitos e outro para a nossa Torre do Tombo para em todo o tempo se poder tirar qualquer dúvida que sobre isso possa sobreviver. Dada em Nossa Muito Nobre e Sempre Leal Cidade de Lisboa aos dezanove dias do mês de Junho do Ano do Nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo de Mil e Quinhentos e Quinze.”

9. Tendo em conta que o Foral protege a população, indica as penas aplicadas a quem cobrar mais direitos do que os legislados.

10. Diz onde ficou guardado o Foral

11. Regista a data em que D. Manuel concedeu o Foral ao Concelho de Gondomar.





domingo, 17 de maio de 2020

Arte Românica - Desafio - Trabalhos dos alunos


Igreja  S. João de Gatão

Trabalho de Lara Santos



Igreja  S. João de Gatão

Igreja  S. João de Gatão

"A paróquia de Gatão parece ter integrado, na Idade Média, a vasta Terra de Sousa, em que o Catálogo das Igrejas de 1320 a inclui, taxando a sua Igreja em 80 libras – valor francamente diminuto quando comparado com as matrizes vizinhas de Telões (1500 libras) ou de Freixo de Baixo (400 libras). Na reorganização subsequente que afetou esta região, Gatão veio a fazer parte do vasto termo do concelho de Celorico de Basto.
Não obstante a atenuada importância económica da Igreja de Gatão (reflexo certamente dos seus reduzidos limites) ela foi abadia e, ao longo da Idade Moderna, são referidos alguns dados que evidenciam um crescimento do seu capital: em 1706 rendia 200 mil réis e em 1758 chegava aos 500 mil, segundo atestam respetivamente Francisco Craesbeeck (1673-1736) e o pároco João de Magalhães. No início de setecentos não possuía sacrário, talvez por servir um número relativamente pequeno de contribuintes maiores (150 fogos em 1706 e 70 em 1767).
Em 1758 submetia-se no eclesiástico e no espiritual ao arcebispado de Braga, no civil e judicial à comarca de Guimarães e à vila de Celorico de Basto, de cujo termo era donatário o Marquês de Valença. O padroado da Igreja pertencia ao Ordinário, ou seja, ao bispo do Porto que apresentava o pároco e recebia a renda, cujo valor orçava pelos já referidos 500 mil réis. Pela reorganização diocesana de 1882, passou da arquidiocese de Braga para a diocese do Porto.
A Igreja de Gatão ainda que marcada por um hibridismo estilístico, que estende a sua cronologia de edificação pelos séculos XIII-XIV, conserva na cabeceira alguns elementos românicos que transportam o visitante até aos primeiros séculos desta comunidade, construída quase nos limites diocesanos do Porto e Braga.
As pinturas murais de Gatão, que resistiram às intervenções contemporâneas do século XX, revelam ainda, na sua iconografia, cores e adaptação à estrutura da Igreja, a sensibilidade espiritual e religiosa de quem as mandou executar, concebeu e se prostrava ante delas.
Na capela-mor subsistem duas representações em bom estado: do lado do Evangelho, Cristo transporta a cruz com visível esforço e sacrifício. Por baixo uma legenda - HVMILIAVIT SEMETPM VSQUE AD MORTEM – que apesar de incompleta, remete para o versículo da epístola de São Paulo aos Filipenses: “Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl. 2:8).
Do lado oposto, da Epístola, Santo António de Lisboa exibe ante os fiéis os seus atributos mais comuns: o livro e sobre ele o Menino Jesus, em pé, e ainda uma flor-de-lis, símbolo de realeza e pureza.
Sobre a fresta que hoje se encontra aberta e permite a entrada de luz através da cabeceira, encontrava-se uma representação de São João Baptista, o padroeiro da Igreja, apeada nas remodelações efetuadas na década de 30 do século XX. Vestia a tradicional indumentária de eremita e fazia acompanhar-se pelo cordeiro e pela cruz-estandarte que ele, como arauto da Boa Nova, exibe enquanto anúncio e símbolo de Vida na Morte.
Na nave persistem três fragmentos do programa que cobriria toda a parede exterior do arco cruzeiro: uma pintura representando o Calvário (sobre o topo do arco triunfal), outra a Coroação da Virgem (do lado esquerdo) e outra com o São Sebastião, Santa Catarina e Santa Luzia (do lado direito).
As pinturas da capela-mor e nave são atribuídas a artífice ou artífices desconhecidos do século XV e do século XVI respetivamente. Além das pinturas murais particularmente atrativas, não podemos deixar de destacar a escultura, dita da Virgem do Rosário, que se venera na capela-mor.
Mais informação:






Trabalho de Miguel Gaio



Trabalho de Diogo Leite
















Trabalho de Andreia Fontes




Trabalho de Nuno Pereira







Trabalho de Rui Gomes



Torre





Igreja, Clara Guerra


Arte Românica - Arte Gótica


4ª Aula Síncrona 7º ano 

Arte românica – Arte Gótica

Feed .back - O contexto Europeu dos séculos XII a XIV

Motivação:




Resultado

Tag – Arte gótica


O Mosteiro da Batalha

P.P.

Arte Românica/ Gótica – Igreja Cedofeira, Porto/ Catedral De Chartres, França

Manual p.p.132 a 135 e 174 a175


Ficha formativa: Arte gótica




ARQUITECTURA GÓTICA






Faz a legenda da figura 4:

A____________ B _________C ___________ D ___________ E ___________


F ____________ G ________ H ___________ I ____________ 


Conclusão:
ESQUEMA COMPARATIVO
       ARTE ROMÂNICA                                              ARTE GÓTICA
Aspetos gerais

Desenvolve-se entre os séculos XI a XIII
Arte monástica: construções rurais, espalhadas pelo campo.

Substitui o românico, a partir do século XII
Arte citadina: apareceu com o desenvolvimento do comércio
Arquitetura
Planta em forma de cruz latina;
Arco de volta perfeita;
Dois tipos de abóbodas: de berço e de arestas;
Grossos pilares interiores e contrafortes exteriores;
Paredes grossas e baixas.

Planta em Cruz latina, mas com naves mais elevadas;
Arco quebrado ou ogival;
Novo tipo de abóboda: abóboda sobre cruzamento de ogivas; arcobotantes apoiam no exterior a nova abóboda.
Verticalidade;
Elevadas torres com flechas, pináculos;
Altas janelas nas paredes e largas rocáceas nas fachadas;
Interior amplo, elevado e luminoso.
Decoração exterior abundante com estátuas e relevos
Escultura
Um “catecismo de pedra”; meio de pregação dos temas religiosos;
Representação de Figuras bíblicas, monstros, demónios, folhagens e motivos imaginários;
Elementos decorativos submetidos à arquitectura;
Muitas decorações nos portais (tímpanos), fachadas e capiteis.
Temas religiosos mais expressivos
Uso de motivos próprios da vida do homem: fauna e flora da região;
Representação fiel do corpo humano;
Autonomização relativamente à arquitetura;
Estátuas-coluna substituem as ombreiras dos portais.

Pintura
Pintura a fresco a decorar as vastas superfícies nuas das paredes e das capelas subterrâneas (criptas);
Muito rica na decoração dos manuscritos (iluminuras).
Substituição da pintura a fresco pelos vitrais;
Temas religiosos, mas também profanos (cenas agrícolas, vida de reis, combates)
Influência dos vitrais nas iluminuras
Exemplos
Igreja de Cedofeita – Porto
Mosteiro de Paço de Sousa
Igreja de Santa Maria de Pombeiro
Mosteiro de São Pedro de Cete
Mosteiro da Batalha
Mosteiro dos Jerónimos
Catedral de Reims (França)
Catedral de Colónia (Alemanha)
Catedral de Burgos (Espanha)
Catedral de Milão (Itália)




Aula assíncrona:

Resposta a um questionário  - tarefas no teams.


Construções: maquetes - ficheiro maquetes ou neste blogue: tag românico - Construção da igreja de Cedofeita.





O contexto Europeu dos séculos XII a XIV - 3ª aula síncrona e assíncrona


3ª Aula Síncrona

O contexto Europeu dos séculos XII a XIV

Motivação: Iluminura

PP.  Estoriar 2- tag – Idade Média
Idade Média: desenvolvimento económico e progresso técnico
Idade Média -
Manual p.p.162 a 167

Estoriar – Em férias com a cultura -  Românico


 – construção de um castelo ou Igreja românica.



Conclusão:
Século XI a XIII
Desenvolvimento da agricultura com maior produtividade das terras:

- Arroteamento das florestas
- Novos métodos de cultivo
- Uso de pequenos aparelhos em ferro como a charrua
- Aumento das áreas cultivadas através de arroteamentos e afolhamento trienal.
- Usa-se o moinho de água e de vento
- Novo sistema de atrelagem: a colheira; o sistema de parelha e fila.
-  A Ferradura

Desenvolvimento económico
- Desenvolvem-se os mercados e feiras;
- Aparecimento dos primeiros bancos com a letra de câmbio e a letra  de feira.
- Cunha-se mais moeda.


Novos inventos:

Uso do moinho de água e vento
Roda de fiar e tear horizontal
Guindaste
Macaco
Relógio
Óculos


Desenvolvimento dos transportes
- Novo sistema de atrelagem
- Desenvolvimento da segurança contra ladrões
- Astrolábio
- Bússola
- Leme fixo à popa


NESTA ÉPOCA VERIFICOU-SE:
-Aumento demográfico
-Desenvolvimento das trocas
-FEIRAS
-MERCADOS
-Crescimento das Cidades
-BURGOS
-Nascimento da burguesia
-Aumento das peregrinações
- Aumento das construções de edifícios  religiosos e públicos  segundo o novo estilo – o gótico.


Aula Assíncrona:
Desafio:







Construção de um castelo ou de uma igreja românica.
Tens o molde num pdf, no material de aula
Se preferires, podes construir este, mais simples, que está em Estoriar:
Igreja românica. Construção de uma castelo; construção de uma igreja românica.

http://meuestoriar.blogspot.com/search/label/rom%C3%A2nico