sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Mensagem de boas vindas ao 3º ciclo









Sejam bem vindos ao 3º ciclo e a este blogue.

Com ele pretendo possam aprofundar as matérias das aulas ou até possam publicar os vossos brilhantes trabalhos.

   Acima de tudo, espero que aprendam a gostar de História, porque só dessa forma poderão compreender o mundo. 


   Desejo-vos muito sucesso nesta vossa nova etapa. Nunca esqueçam de perguntar o que não compreendem nas aulas. Estarei sempre pronta a qualquer esclarecimento.

  Deixaram o 2º ciclo, chegaram ao 3º. As disciplinas aumentaram, mas com vontade e empenho tudo será fácil. Espero que se tenham divertido muito nas férias e que venham  prontos a trabalhar, brincar no recreio e fazer novas amizades. Faço votos que o novo ano letivo 2019/ 20 vos traga a realização dos vossos objetivos e sonhos.
Já agora, não esqueçam que são uma equipa, os trabalhos e as aprendizagens têm mais sabor se partilhadas uns com os outros.Se os mais fortes numa matéria ajudarem os mais fracos haverá certamente assuntos em que esses colegas vos podem retribuir o favor. Sentirão, também, a alegria de dar e isso é fantástico.
No recreio, se virem algum colega sozinho, vão ter com ele e chamem-no para integrar os vossos divertimentos.










   Este blogue pretende que os alunos possam aprofundar matérias das aulas ou até  publicar os seus brilhantes trabalhos.

   Acima de tudo, espera que aprendam a gostar de História, porque só dessa forma poderão compreender o mundo que os rodeia.

  Já agora, começo com um relato:






    Um antropólogo propôs um jogo às crianças de uma tribo africana. Colocou uma cesta cheia de frutas perto de uma árvore e disse-lhes  que quem chegasse lá em primeiro lugar, ganharia todos os frutos. Quando deu ordem de partida, as crianças deram as mãos umas às outras e correram juntas, sentando-se, depois, também juntas, desfrutando das suas guloseimas.
     Quando o antropólogo perguntou por que tinham feito aquilo, uma vez que a primeira poderia ter todos os frutos, elas responderam: 'UBUNTU, como pode uma de nós ficar feliz se todos as outros estão tristes?
("ubuntu" na cultura Xhosa - à qual pertencia Nelson Mandela, significa: eu sou porque nós somos.)

( Não sabes quem é Nelson Mandela? Pesquisa.)



       Neste início de ano, peço-vos que pensem nesta máxima. Vamos empreender juntos a caminhada da aprendizagem, de mãos dadas, para que no fim, possamos desfrutar do mesmo contentamento da aprendizagem conseguida!


        É verdade que nos espera um caminho nem sempre fácil, mas, vamos pôr em prática este pensamento tão lindo:

  Semeia um pensamento e
   colherás um desejo;
   semeia um desejo
   e colherás a ação;
   semeia a ação e colherás o hábito;
   semeia o hábito
   e colherás o caráter.
                                             Tihamer Toth


     No fundo, tudo isto pode ser resumido a três palavras, como me disse uma tua colega:

                          - Eu quero
                          - Eu posso
                          - Eu consigo
      Claro que consegues e eu quero estar junto te ti para estender a passadeira vermelha, no final do 9º ano. 




           Quando tiveres alguma dúvida, não te acanhes, ninguém é super homem ou super mulher, pede auxílio!



      Todos sabem como comportar-se corretamente nas aulas.
           A  correção do comportamento de cada um vai possibilitar aulas MAIS CLARAS E MELHOR QUALIDADE DE APRENDIZAGEM

O que trazer para as aulas ?






• Vontade de ajudar quem não compreender um assunto, quem vires sozinho no recreio;

• Vontade de aprender;

• Cartão de estudante;

• Livro, caderno e capa portefólio;

• Material escolar: canetas  de três cores;

• Lápis de cor e uma régua pequena;

• Borracha e afia;

• Papel vegetal;

• Garrafa de água (utilizada individualmente);  

 - Lenços de papel (em quantidade suficiente) 


EM CASA:




Estuda num ligar calmo, sentado junto de uma mesa com boa luz e com o material organizado e à mão.
Organiza um calendário de estudo.
Faz os trabalhos de casa diariamente e revê as matérias dadas na aula. Se tiveres dificuldade em alguma coisa deves dedicar-lhe mais tempo. A memória é como um músculo e, tal como os outros, deve ser treinada diariamente.
Faz um calendário dos testes e trabalhos que tens que realizar. Gere o teu tempo, de forma a não teres de trabalhar à pressa no último dia.
Faz uma lista das tarefas que tens que realizar semanalmente e vai riscando, à medida que as vais fazendo.


       Muitas aprendizagens e muitas novas amizades!



      Vontade de vencer sempre!



Para que possam superar algumas das vossas dificuldades deixo aqui um pequeno trabalho que vos vai fazer relembrar conhecimentos já aprendidos há anos e que alguns já esqueceram. Como não é nada novo, vão relembrar de certeza, facilmente.


1. O mundo



2. Os portugueses falam uma língua latina que deriva do latim uitlizado pelos romanos que ocuparam a Península Ibérica e a influenciaram (romanização).

3.

Números romanos de 1 a 5000
Coloca à frente do número árabe o seu correspondente em numeração romana:


1:
2:
3:
4:
5:
6:
7:
8:
9:
10:
11:
12:
13:
14:
15:
16:
17:
18:
19:
20:
30:
40:
50:
60:
70:

80:
90:
100:

120:
200:

300:

400:
500:
600:
700:
800:

900:
1000:
2000:
3000:
4000:
5000:


Se tiveres dificuldade na resolução do exercício podes consultar os seguintes endereços:


4. Indica o século das seguintes datas :

2:
100:
102:
576:
1000:
1143:
1500:
1789:
1820:
1910:


2019:

5. Estudaste vários regimes políticos:

- a monarquia - governada por um rei que transmite o poder ao parente mais próximo, geralmente, o filho mais velho.
- a república - governada por um presidente e parlamento eleitos.

- a ditadura monárquica ou republicana - regime político que controla os governados sem que estes tenham direitos alguns.

- a democracia - governada por um presidente e parlamento eleitos por todos os cidadãos. Os poderes estão divididos: legislativo - entregue a uma Assembleia ou Parlamento; executivo - entregue ao presidente da República; Judicial - entregue ao tribunais. Há liberdade de expressão.

- A Revolução que implantou a democracia em Portugal, foi a Revolução do 25 de Abril também chamada Revolução dos Cravos.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

CIDADANIA


Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar – Regulamento Interno 2017/2021

SUBSECÇÃO I – DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS ARTIGO 90.º
DIREITOS E DEVERES
 O aluno tem o direito e o dever de conhecer e respeitar os valores e os princípios fundamentais inscritos na Constituição da República Portuguesa, a Bandeira e o Hino, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, a Convenção sobre os Direitos da Criança e a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.
ARTIGO 91.º DIREITOS DO ALUNO
1. São direitos do aluno:
 a) Ser tratado com respeito e correção por qualquer membro da comunidade educativa, não podendo, em caso algum, ser discriminado em razão da origem étnica, saúde, orientação sexual, idade, identidade de género, condição económica, cultural ou social ou convicções políticas, ideológicas, filosóficas ou religiosas;
 b) Usufruir do ensino e de uma educação de qualidade, de acordo com o previsto na lei, em condições de efetiva igualdade de oportunidades;
c) Ver reconhecidos e valorizados o mérito, a dedicação, a assiduidade e o esforço no trabalho e no desempenho escolar e ser estimulado nesse sentido;
 d) Ver reconhecida a participação em ações meritórias, designadamente o voluntariado em favor da comunidade em que está inserido ou da sociedade em geral, praticadas na escola ou fora dela, e ser estimulado nesse sentido;
 e) Usufruir de um horário escolar adequado ao ano frequentado bem como de uma planificação equilibrada das atividades curriculares e extracurriculares, nomeadamente as que contribuem para o desenvolvimento cultural da comunidade;
f) Beneficiar, no âmbito dos serviços de ação social escolar, de um sistema de apoios que lhe permita superar ou compensar as carências do tipo sociofamiliar, económico ou cultural que dificultem o acesso à escola ou o processo de ensino/aprendizagem;
 g) Usufruir de prémios ou apoios e meios complementares que reconheçam e distingam o mérito
h) Beneficiar de outros apoios específicos, adequados às suas necessidades escolares ou à sua aprendizagem, através dos Serviços de Psicologia e Orientação ou de outros serviços especializados de apoio educativo;
 i) Ver salvaguardada a sua segurança na escola e respeitada a sua integridade física e moral, beneficiando, designadamente, da especial proteção consagrada na lei penal para os membros da comunidade escolar;
 j) Ser assistido, de forma pronta e adequada, em caso de acidente ou doença súbita, ocorrido ou manifestada no decorrer das atividades escolares;
k)Ver garantida a confidencialidade dos elementos e informações, de natureza pessoal ou familiar, constantes do seu Processo Individual;
 l)Eleger os seus representantes para os órgãos, cargos e demais funções de representação no âmbito da escola bem como ser eleito, nos termos da lei;
 m) Apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento da escola e ser ouvido pelos professores, diretores de turma e órgãos de administração e gestão da escola em todos os assuntos que justificadamente forem do seu interesse;
 n) Organizar e participar em iniciativas que promovam a formação e ocupação de tempos livres;
 o) Ser informado sobre o Regulamento Interno do Agrupamento em termos adequados à sua idade e ao ano frequentado, sobre todos os assuntos que justificadamente sejam do seu interesse;
 p) Participar nas demais atividades da escola, nos termos da lei;
q) Participar no processo de avaliação, através de mecanismos de auto e heteroavaliação;
r) Beneficiar de medidas adequadas à recuperação da aprendizagem nas situações de ausência devidamente justificada às atividades escolares.

 2. O aluno tem o direito de ser informado, em linguagem adequada à sua idade e à sua capacidade de discernimento, sobre todos os assuntos que lhe digam respeito, nomeadamente:
 a) Modo de organização do seu plano curricular; b) Programa e objetivos essenciais de cada disciplina; c) Processos e critérios de avaliação de cada disciplina; d) Normas de utilização e de segurança dos materiais e equipamentos do Agrupamento; e) Normas de utilização de instalações específicas, designadamente, das diferentes salas de aula, da biblioteca, do pavilhão gimnodesportivo, do refeitório, do bar e da sala dos alunos; f) Iniciativas em que possa participar e de que o Agrupamento tenha conhecimento; g) Normas de renovação da matrícula e de candidatura ao Abono de Família e aos apoios da Ação Social Escolar.
 3. O aluno tem direito a não realizar mais de três fichas de avaliação por semana, no caso dos 1.º e 2.º Ciclos, e quatro, no caso do 3.º Ciclo, sendo a realização de mais do que uma ficha por dia excecional, que carece de autorização do Diretor.
4. O aluno tem direito à classificação quantitativa registada nas fichas de avaliação.
 5. O aluno, caso falte a uma ficha de avaliação, tem direito a realizá-la numa data posterior, desde que a falta se encontre devidamente justificada e aceite pelo Diretor de Turma /Professor Titular de Turma.
ARTIGO 92.º DEVERES DO ALUNO
 Ao aluno, enquanto elemento responsável da comunidade educativa, incumbe os seguintes deveres:
a) Estudar, aplicando-se, de forma adequada à sua idade, necessidades educativas e ao ano de escolaridade que frequenta, na sua educação e formação integral;
 b) Ser assíduo, pontual e empenhado no cumprimento de todos os seus deveres, no âmbito das atividades escolares;
c) Seguir as orientações dos professores relativas ao seu processo de ensino;
d) Tratar com respeito, lealdade e correção qualquer membro da comunidade educativa;
e) Respeitar a autoridade e as instruções dos professores e do pessoal não docente;
f) Contribuir para a harmoniosa convivência escolar e para a plena integração na escola de todos os alunos;
g) Respeitar a integridade física, moral e patrimonial de todos os membros da comunidade educativa;
 h) Prestar auxílio e assistência aos restantes membros da comunidade educativa, de acordo com as circunstâncias de perigo para a integridade física e psicológica dos mesmos;
 i) Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações, material didático, mobiliário e espaços verdes da escola, fazendo uso correto dos mesmos;
 j) Respeitar a propriedade dos bens de todos os membros da comunidade educativa;
k)Permanecer na escola durante o seu horário, salvo autorização escrita do encarregado de educação, na caderneta do aluno;
 l) Participar na eleição dos seus representantes e prestar-lhes toda a colaboração;
m) Conhecer e cumprir o presente Regulamento Interno, subscrevendo declaração anual de aceitação do mesmo e de compromisso ativo quanto ao seu cumprimento integral;
 n) Conhecer as normas de funcionamento dos serviços da escola;
o) Não possuir e não consumir substâncias aditivas, em especial drogas, tabaco e bebidas alcoólicas, nem promover qualquer forma de tráfico, facilitação e consumo;
 p) Não transportar quaisquer materiais, equipamentos tecnológicos, instrumentos ou engenhos passíveis de, objetivamente, perturbarem o normal funcionamento das atividades letivas, ou poderem causar danos físicos ou psicológicos aos alunos ou a qualquer outro membro da comunidade educativa;
 q) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas, outras atividades formativas, reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela Direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso;
 r) Não captar sons ou imagens, designadamente de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela Direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso bem como de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa, cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada;
 s)Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos;
 t) Respeitar os direitos de autor e de propriedade intelectual;
u) Apresentar-se com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e à especificidade das atividades escolares;
 v) Reparar os danos por si causados a qualquer membro da comunidade educativa ou em equipamentos ou instalações da escola ou outras onde decorram quaisquer atividades decorrentes da vida escolar e, não sendo possível ou suficiente a reparação, indemnizar os lesados relativamente aos prejuízos causados.
 ARTIGO 93.º REPRESENTAÇÃO DOS ALUNOS
1. Os alunos podem reunir-se em assembleias de alunos ou assembleia geral de alunos, cuja realização terá que ser solicitada ao Diretor.
 2. Os alunos são representados pelo delegado ou subdelegado de turma, assembleia dos delegados de turma e pela associação de estudantes.
 3. Os delegados ou subdelegados de turma podem reunir em assembleia com o Diretor, por solicitação de uma das partes.
 4. Os representantes dos alunos indicados no número anterior têm o direito de solicitar a realização de reuniões de turma para apreciação de matérias relacionadas com o seu funcionamento, sem prejuízo do cumprimento das atividades letivas.
5. Os alunos, o Professor Titular de Turma ou o Diretor de Turma podem solicitar a participação dos pais e encarregados de educação da turma nas reuniões referidas no número anterior.
6. Não podem ser eleitos ou continuar a representar os alunos nos órgãos ou estruturas da escola, aqueles a quem seja ou tenha sido aplicada, nos últimos dois anos escolares, medida disciplinar sancionatória superior à de repreensão registada ou tenham sido, nos últimos dois anos escolares, retidos por excesso grave de faltas.
ARTIGO 94.º ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES
 A Associação de Estudantes é a estrutura representativa de todos os alunos, com os direitos e as regalias consignados na Lei n.º 23/2006, de 23 de junho.
 ARTIGO 95.º DELEGADO DE TURMA 1. O Delegado de Turma é eleito de entre os alunos da respetiva turma, em reunião presidida pelo Diretor de Turma / Professor Titular de Turma.
 2. A eleição do Delegado e do Subdelegado de Turma é realizada por voto secreto e presencial, com a participação de, pelo menos, dois terços dos alunos.
 3. É Delegado de Turma o aluno que tenha obtido maioria dos votos expressos na eleição referida no número anterior, e o Subdelegado é o segundo aluno mais votado.
 4. São atribuições do Delegado de turma:
 a) Representar a turma na assembleia de turma e nas assembleias de alunos;
 b) Ter assento nas reuniões de conselhos de turma, no 3.º Ciclo;
 c) Conhecer, em cada momento, a opinião geral dos alunos da turma sobre os assuntos de interesse da vida escolar;
d) Manter a ligação entre a turma a e o respetivo Diretor de Turma / Professor Titular de Turma;
 e) Colaborar com os colegas e professores na solução de problemas ocorridos na turma.
 5. O Subdelegado de Turma colabora com o Delegado e substitui-o na sua ausência.
6. O Delegado ou o Subdelegado de Turma poderão ser destituídos do cargo, se for comprovado o não correto exercício das respetivas funções, ou no caso de serem alvo de medida disciplinar.


Escolhe um direito e um dever, ilustra-o de forma a constituir uma vinheta de uma banda desenhada, no final. Depois do puzzle estar completo, cada aluno deve explicar a sua ilustração.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

RESUMO PARA A PROVA GLOBAL - 7º ano

I – PRÉ-HISTÓRIA

A Pré – História é o período da História antes da escrita.
Divide-se em:
- Paleolítico, período no qual a sociedade é recolectora, ou seja recolhe tudo o que a natureza lhe dá, através da caça, da pesca e da recoleção, praticando um modo de vida nómada, já que quando os alimentos se esgotam num sítio, os têm que procurar noutro.


                                                                                                                 


                                         

No período Paleolítico o homem praticava arte:
- Móvel – ligada a rituais de fecundidade
- Rupestre – ligada a rituais mágicos.









- Neolítico, período no qual a sociedade é produtora, através da agricultura, da criação de gado e do artesanato (moagem, tecelagem, cestaria e cerâmica) e tem um modo de vida sedentário para poder tratar das sementeiras e gado. Surgem os primeiros aldeamentos.

As primeiras sociedades produtoras apareceram junto dos grandes rios. Uma dessas zonas é a do Crescente Fértil.




No período Neolítico a arte é megalítica - composta por grandes pedras. Esta arte liga-se aos cultos agrários e da Natureza.



Quer no Paleolítico, quer no Neolítico, o Homem pratica o culto dos mortos.



Paleolítico: enterramentos
Neolítico: nas Antas ou dólmenes












II - EGITO




Localização do Egito







Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na vida depois da morte.
Acreditavam que a alma seria julgada no Tribunal de Osíris e, se merecesse, receberia como recompensa a vida eterna.
Era necessário que o corpo se mantivesse conservado e, por isso, os egípcios mumificavam os corpos.
As múmias eram colocadas em sarcófagos
Os órgãos eram depositados nos vasos canopos, exceto o coração.
Para os faraós e sua família foram construídos túmulos funerários grandiosos –as pirâmides (fig.6)- com o objetivo de servirem de morada para a vida eterna.



Como adoravam vários deuses, eram politeístas, construíam templos para os adorarem





III – CIVILIZAÇÃO GREGA                                                                                     
Em Atenas, Clístenes e Péricles, no séc V a. C., promoveram a participação de todos os cidadãos na vida da pólis.
O governo democrático de Péricles foi de tal forma marcante que o século em que viveu, o quinto a. C., se denomina de  “Século de Péricles”.
Todos os cidadãos podiam participar nos órgãos políticos da pólis – Democracia Directa.
Os cidadãos eram escolhidos por sorteio ou eleição.
Na colina da Pnix, três ou quatro vezes por mês, era hasteada a bandeira a convocar os cidadãos para a Assembleia  a fim de discutirem e aprovarem as leis, elaboradas pela Bulé.
Na colina do Areópago funcionava o Tribunal que decidia da pena de morte.

Eram cidadãos os indivíduos de sexo masculino, maiores de 18 anos, filho de pai e mãe ateniense. Tinham o direito e o dever de participar no governo da polis. Só eles podiam possuir propriedades, não estando sujeitas a impostos. Tinham o dever de cumprir o serviço militar.


Que limitações tinha a democracia ateniense?
As mulheres não podiam participar na vida política. Cabia-lhes educar os filhos e gerir a casa.
Viviam na dependência de pais e maridos. Permaneciam, grande parte do tempo, na parte feminina da casa – o Gineceu.
Os Metecos eram os estrangeiros residentes em Atenas. Não podiam participar na vida da sua cidade. Dedicavam-se ao comércio e ao artesanato, chegando a acumular grandes fortunas. Tinham o dever de cumprir o serviço militar e de pagar impostos.
Os escravos não tinham nenhuns direitos.
Quem tentasse tomar o poder da pólis, era  votado ao ostracismo (exílio)
Tal como outros, o filósofo Sócrates acusado de corromper, a juventude foi condenado à morte.
Atenas tentou dominar outras cidades e fundou a Liga de Delos, ou seja, foi imperialista.


Arte Grega

A arte grega atingiu o apogeu nos séculos V e IV a. C. – período clássico.
 O que caracteriza a arte clássica é a HARMONIA e o EQUILÍBRIO.
A arquitetura obedecia a três Ordens: Dórica; Jónica  e Coríntia.













ORDEM DÓRICA – mais sóbria e severa.
ORDEM JÓNICA – mais rica de ornamentação
ORDEM CORÍNTIA – é uma variante da ordem jónica, que se distingue apenas pela decoração do capitel.
Faz a legenda da figura:





1 – Ordem  Dórica
2 – Ordem Jónica

A ARQUITETURA grega tinha as seguintes características:

Simplicidade e elegância
 Harmonia
 Cuidado com detalhes
 Ordem Dórica; Jónica e Coríntia

ESCULTURA
A escultura tem um profundo sentido HUMANISTA, isto é, valoriza e enaltece o HOMEM.
Apresenta beleza ideal; Harmonia e proporção; Serenidade e calma; simplicidade e elegância; naturalidade; movimento.

PINTURA
Vasos produzidos no século VI a.C., destacam-se as figuras negras sobre o fundo vermelho.
A partir do século V a. C., a pintura das figuras em tons de vermelho ou dourados, sobre fundo negro, permitiu realçar o brilho do desenho.

Há muita produção nos vasos de cerâmica; representam cenas mitológicas e do quotidiano
No séc. V, IV a. C, as obras alcançaram tal perfeição que se tornaram um modelo para muitos artistas de outras épocas.
A arte, em geral, alcançou com os Gregos grande perfeição e harmonia.
 Nos templos, os Gregos utilizaram três ordens: a ordem dórica, a jónica e a coríntia.
 Nas encostas dos montes, construíram belos anfiteatros.
 Na escultura, de grande perfeição, a figura humana é o tema central.
 Na pintura executada, sobretudo, em vasos de cerâmica constitui uma fonte preciosa para o estudo da civilização helénica.


A civilização grega influenciou o mundo Ocidental

Os gregos ampliaram o alfabeto Fenício, passando-os, depois aos romanos

Divulgaram a moeda

Atenas foi o berço da democracia

O Culto de Dionísio - originou o teato

Grécia – origem da filosofia ( amigo da sabedoria)

Grécia – origem da História: Heródoto; Tucídides.

Grécia – origem da Oratória  - arte de bem falar e convencer

Ideal de vida: "Alma sã numa corpo são". Desenvolveu um sistema de educação integral e equilibrado, baseado no desenvolvimento da parte intelectual, física e espiritual do ser humano. Ainda hoje influencia os sistemas educativos ocidentais

Grécia criou os Jogos Olímpicos, em honra do deus Zeus.

Arte grega – um equilíbrio sempre repetido.


IV - CIVILIZAÇÃO ROMANA~





Factores de romanização










LEGADO CIVILIZACIONAL ROMANO

Os romanos influenciaram a nossa civilização através de:
- LATIM
-NUMERAÇÃO ROMANA
-CONCEITO UTILITÁRIO DA ARQUITETURA,  construindo estradas; pontes; aquedutos; casas; termas; teatros; anfiteatros;  templos e o conceito de urbanismo.


- A nível arquitetónico inventaram o arco de volta perfeita; abóboda de berço e a cúpula.
- Conceito de arte monumental
- DIREITO Romano
- Direito de cidadania extensivo a todos os povos livres do Império.
- Administração – Município
- Novas técnicas de fazer artesanato e agricultura.
- No final do Império, permitiram a divulgação do Cristianismo.
- Conceito de lazer baseado na comédia e nos jogos de anfiteatro ( jogos de homens com animais e homens com homens).
- Literatura. Ex. A Eneida de Virgílio vai influenciar os Lusíadas.

- Imitaram e transmitiram a filosofia grega.

- Novos elementos na arquitetura como: 






V - A SOCIEDADE EUROPEIA ENTRE O SÉCULO VI E XI





Entre o século V, vários povos germânicos, chamados bárbaros pelos romanos, pressionados pelos Hunos que vieram do Oriente, invadiram o Império.

Estes povos guerreiros, também atraídos pelas riquezas do Império, provocaram a destruição e medo das populações.

Os Ostrogodos invadiram Roma e os outros povos ocuparam todo o Império romano do ocidente.

Estes povos, a pouco e pouco, foram cristianizados dando origem a reinos cristãos.




Entre o século VIII e X, surge nova vaga de invasões. Desta vez, invadem a Europa os:

- Muçulmanos
- Vikingues
. Húngaros

Perante o clima de insegurança, as populações fogem para o interior, despovoam as cidades, o comércio enfraquece-se, há a ruralização da economia, surgindo uma economia autossuficiente. Os povos pedem a proteção dos Senhores, surgindo o regime feudal.




A propriedade dominante entre os séculos IX-XII, era o DOMÍNIO SENHORIAL- pertencente a um membro da nobreza ou do clero.

O   Domínio senhorial é constituído pela Reserva pertencente aos senhores, membro da nobreza ou do clero, e pelos mansos.


O senhor ficava com a RESERVA e arrendava os MANSOS  aos camponeses que por isso ficavam sujeitos a obrigações para com ele:
Os camponeses ficavam com a obrigação de:
 Entrega de parte das colheitas
 Trabalho na reserva ( corveias)
 Utilização do moinho, forno e lagar mediante a entrega de um imposto em géneros (banalidades).
Ficavam, ainda, sujeitos à Justiça dos Senhores.


Sociedade Medieval





As relações entre os grupos sociais são regidas pelo contrato de vassalagem.

Os vassalos ficam obrigados a servir o Senhor na guerra e na paz, e os Senhores ficam obrigados a proteger os seus vassalos.